Ainda são muitas as inquietações e poucas as respostas, mas ninguém tem dúvidas de que, como diz o ditado, é melhor prevenir do que remediar. Um dos melhores exemplos disso é a necessidade de reduzirmos ou cessarmos nossas emissões de CO2, um dos gases causadores do efeito estufa. Para que isso aconteça, precisamos mudar nossos hábitos e comportamentos, o que inclui a maneira de fazer negócios.Por esse motivo, incentivamos a responsabilidade ambiental, tanto na nossa vida pessoal, como na corporativa, e elegemos três desafios centrais: a eficiência energética, a diminuição do uso de produtos químicos usados na fabricação de nossos produtos e o compromisso de desenvolver produtos que sejam ambientalmente corretos (Green Products ou Produtos Verdes) e permitam futuras atualizações.Desenvolvimento sustentável para a Philips é um imperativo – não é algo mais interessante a se fazer, mas necessário. Há mais de três décadas, a empresa vem incorporando a responsabilidade ambiental em sua estratégia de desenvolvimento de produtos e processos, de modo cada vez mais determinante. A preocupação com a preservação do meio ambiente está diretamente ligada ao planejamento estratégico da Philips, em que produtos, processos e serviços são revistos, planejados e produzidos com esse objetivo. Desenvolver produtos que causem o menor impacto possível ao meio ambiente é a base de nosso princípio de negócio sustentável, seja pela diminuição de seu peso, menor uso de substâncias tóxicas, consumo de energia reduzido, reciclagem e descarte de embalagens, ou por acreditar que a prevenção ainda é a melhor solução. Como membro do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (World Business Council for Sustentainable Development – WBCSD), a Philips sabe o desafio que o desenvolvimento sustentável representa e como pode exercer atitudes proativas para enfrentá-lo.De acordo com a política da empresa, todas as fábricas devem obter o certificado ISO14001 e criar sistemas de gerenciamento ambiental. A Philips também recomenda que todas as instalações não-industriais tenham o certificado. Na América Latina, todas as unidades industriais são certificadas.

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