Cheias, alagamentos e desabrigados são situações que se repetem até hoje em Fortaleza e em outros municípios do Ceará durante o período chuvoso. Mas em 1989, esse cenário foi agravado pelo aumento do nível da água do Rio Jaguaribe. A partir do mês de abril, as chuvas se intensificaram no Estado e os municípios rodeados por recursos hídricos ficaram sob ameaça. Pacoti foi o primeiro município a ser inundado com uma chuva de 127 mm, depois foi a vez da região do Alto Jaguaribe.
A cheia do rio Jaguaribe provocou inundações que atingiram 40 mil km² de área. O fenômeno natural gerou uma migração em massa de moradores das localidades de Angico, Mocós e Raposo. Não demorou para que a região do Baixo Jaguaribe também fosse atingida e os desabrigados aumentassem para mais de 100 mil. Foi decretado estado de emergência em várias cidades, o que levou o governador do Estado, Tasso Jereissati, a buscar recursos em Brasília para aplacar os danos nessas áreas. Toneladas de alimentos foram doadas por empresários e a construção do açude Castanhão surgiu como solução para evitar tragédias semelhantes no futuro. Depois, com a escassez de água na região do Jaguaribe, a produção cearense ficou prejudicada e o povo viveu um ano de pouca comida na mesa.
A cheia do rio Jaguaribe provocou inundações que atingiram 40 mil km² de área. O fenômeno natural gerou uma migração em massa de moradores das localidades de Angico, Mocós e Raposo. Não demorou para que a região do Baixo Jaguaribe também fosse atingida e os desabrigados aumentassem para mais de 100 mil. Foi decretado estado de emergência em várias cidades, o que levou o governador do Estado, Tasso Jereissati, a buscar recursos em Brasília para aplacar os danos nessas áreas. Toneladas de alimentos foram doadas por empresários e a construção do açude Castanhão surgiu como solução para evitar tragédias semelhantes no futuro. Depois, com a escassez de água na região do Jaguaribe, a produção cearense ficou prejudicada e o povo viveu um ano de pouca comida na mesa.

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